sábado, 4 de julho de 2015


O pudor só serve pro nada

Reveste-se da hipocrisia quem se esconde em uma anágua de
intolerância
A verdade tem identidade e é aberta
Ser a exclamação
Intolerância obtusa que ceifa e puni
Jogada a culpa por ser divino
Vergonha que se cobre de carneiro
Está na profecia do absurdo a fé em demasia
Ao ser luz fez-se o dia
Respeitá-los ao ser fruto desta imensa colheita
Todas as flores exalam seu aroma com distinção
São os jardins em sua complexidade e diferenças
É daninha pra quem valoriza apenas o trigo, pois também é
alimento das lagartas.
Será a metamorfose um aprendizado para o homem?
Ou foi a cruz o peso de toda culpa?
Ceifar o que não foi semeado eleger assim os culpado pelos
erros que nem sabe
Pudor só serve a dor
É vergonha estar em pele?
A quem se fere se assim proclamamos nossa existência
A quem fará a diferença se acreditarmos que somos fruto desta
Terra
Sem sermos arrastado por um mar de hipocrisia.
A roupagem segrega o ser hominídeo
Vestes que inspiram a repulsa
O respeito está para os animais que não raciocinam e aceitam-
se como assim o são.


Hélio Ramos de Oliveira


Charme

Em sua aura se fez a ternura amante, aparecida de raionar
complacente do notório amor.
Vastidão que entoa a canção
Prazer do coloquial
Esplendor dos fios de seus cabelos soltos ao vento
Ar de seu corpo em ser mulher
Faceira em caminhar que seduz o próprio poeta
Que faz da letra seu gozo
Aconchega em seu manto do viver o amor
Alvo amor que fecunda Gaia
Tanto amor em ser simplesmente o paraíso
Textura de sua pele com maciez e sabor de rosas
Candura que aproxima a face em um beijo
Paixão que presenteia o mundo
Resvalar dos desejos em ser felicidade
Perfeição que ao ser divinal és mulher
Refestelar-se de seus devaneios é o providencial amar.

Hélio Ramos de Oliveira


Brincar...

Brincar é condição para ser sério disse o mestre Arquimedes, crianças brincam de sonhos construindo o futuro, semeando no vento as doidices de sempre aprontar, desafia as regras que ceifa a arte está no brincar.
Roda, dança, corre e grita, esconde o rosto pra tudo sonhar, liberdade que toma as ruas enche os parques de todos sonhar, o mestre dos sonhos faz a esperança sempre espalhar, quem pode ficar nesta festa que irradia o amor de crianças a ousar, pudesse ser sempre criança e ser sério em brincar.
A alma que sorri transforma a ânsia te traz a criança que quer libertar, dançar na chuva do tempo sem limites voa e não pode voltar, eclode toda sua esperança o amor é criança vem pra roda rodar, brinquedos de amarelinha sua vez ou a minha vão pro céu e ganhar, quem pula com uma só perna e chega ao fim é quem vai ganhar.
Premie-se com renovação do espírito de um novo pensar, desatar os nós que te priva vem para o mundo correr.
Pense que a ampulheta da vida está semeando seu tempo de brincar e amar.
Existe o caminho para a glória, em subir nesta árvore e seus frutos colher, para tanto é preciso de gana, pois criança não se engana quando querem brincar.
Amor é princípio sem fim.

Hélio Ramos de Oliveira

segunda-feira, 4 de maio de 2015


 

Diana uma linda poesia


Existe tanto amor em seu sorriso de princesa
A realeza tão menina em dizer papai comemorando sua
estação
Seu olhar carregado de paixão inspirando o mundo
Caçadora em seu destino de ser meiga e tão forte
De corpo esguio se movimenta encontrando os espaços
Fortalece o amor em seus entes que tão queridos amam-na
Diana princesinha
Tão pequenina menininha
Que um dia será rainha
Expressão de pureza e felicidade
Eié... Eié...
Pa pá pai...
A lembrança de seu sorriso ao nascer envolvida em meus
braços
Abraços
Laços
Amassou
Sorrisos regados com lágrimas
A voz que cantarolava a canção suave em seus ouvidos
Sua chegada
Tanto amor compreende a esperança
Diana...
Luz de tanto amor
Minha menina linda
Estarei ao seu lado
Segurarei sua mão
Te pegarei no colo
Te farei descansar
Dançaremos ao som de
Diana conta um
Sussurrar asa branca como uma canção de ninar
Quando você adormecer, estarei olhando sua face tranquila.
Estarei em uma serenata de anjos
Cantarolando seu nome suave
Dianinha minha menina linda
Papai e mamãe, sempre estarão com você.
Pirilampa
Amor de seus irmãos
Brincar de amor
Segurar em suas mãos em uma ciranda de felicidade
Bênção de Deus
Luz do universo



Hélio Ramos de Oliveira

sábado, 14 de março de 2015


Poesia com calda de caramelo

O poeta é um belo ator elegante e cheio de charme
Caminha sobre a essência do mundo em cores de algodão
Poetar é a ânsia que exacerba o ser incompleto
Concreto é a desconstrução dos sentidos que florescem
Escrever sem ver o pó da sua poesia angústia amor e magia
A beleza completa em versos do viver
Contar as contas peroladas do colar afilado pelo fio das
palavras
Embriagar-se do etílico sabor da alma boemia e solta
Transcender mundos com as cores da imensidão ao ser o
paraíso
Bestial poeta que assume seu lugar em lugar algum
Acertar o alvo na escuridão dos sentidos e ser o tolo do
mundo
Vestir-se com as letras tramando o tecido de fundo de um
céu enfeitado
Ser o bordel das intenções impedidas e a ciranda pueril
O corpo com as formas das palavras escrevendo no céu de
estrelas cadentes
Brilhar com o Sol ao dançar com a Lua uma serenata de amor
Redimensionar o universo em versos com as cores da
imensidão
Contaminar com doçura e loucura a sóbria solidão
Gozar do viver ao ser poeta e poesia
Flertar com o amor e viver cada beijo solto por seus lábios
O ser poeta é algo de intrépido, monstruoso e sereno.
Definição do poeta é poeta, pois só é poeta quem assim o é
O sonho com vida projetando a realidade fantasiosa
Compondo e sentindo o corpo e a mente em transe
Vivendo amando de seus sentimentos unguento pra dor
Escrevendo as falanges respondem aos impulsos da mente
Poetando as sinapses nervosas com brilho azul
Chorando ou sorrindo as lagrimas banhando a face aberta
coberta de si
Somos todos poetas na ambição de sonhar encontrar nossa
fonte
Ser o rio com suas margens serenas
A tempestade que por dentro reina vitalícia
O engodo da certeza que poesia é a magia do amar
Incontinente derramar versos com prazer de ser poesia
A cada um dos poetas e poetizas um pedaço 


Hélio Ramos de Oliveira

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015


Eu sou o porque te quero
Quero-te por que te quero muito
Não por você me querer e sim por te querer tanto
Uma mulher encantadora e que merece todo amor
Em ser inspiração estarei escrevendo-te em perfeição
Um doce poema com uma linda poesia de você
Seremos a rítmica em união dos versos
Sem tempo ou sem forma
Quero-te e isso me faz viver
                      


Hélio Ramos de Oliveira



Entregar-me as possessões do mais amar indefinidamente
Quero sentir em meu ser a pressão do amor latente
Ser o amante carente de todas as formas de amor
O magma que pulsa em minhas entranhas
O mar que navego em desenganos
Encontrar meu céu em um abraço envolvente
Ser sempre um degustador da vida com sabor de rosas
Sem rédeas cavalgo em sortilégios
Impregnar o ar com meu aroma de sândalo
Dessedentar-me com a saliva do encontro dos lábios em um
beijo
Ligar o espirito ao coração em um encontro cardial
Inundar de amor ao ser oásis que cultivas as flores
Encontrar as virtudes vestidas de seu ser mulher
Cada espaço destes cantos de um mundo a ser definido
A brisa que refresca meu rosto quando o olhar vai ao longe
Meu coração impulsiona a alma deste poeta desnorteado
Embriagado do mundo com sua mente efervescente borbulhas
do pensar
Paladar dos sabores do mundo acariciado com a ponta da
língua
Dejejum dos sonhos é o encontro com a magia do amor
esplendorosa
Um atrever de loucura e sintonia
Pureza e magia
Ar que enche os pulmões
Fagulhas que acende as chamas
Degustar do puro prazer de ter e ser posse





Hélio Ramos de Oliveira

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